Como investir em fundos imobiliários

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Todo mundo quer ganhar uma renda mensal extra sem ter que trabalhar a mais por isso, não é mesmo? Esta não é mais uma propaganda daquelas que vemos na internet. Com os fundos imobiliários, isso é possível.

Mas não se deixe enganar pelo nome. Você não vai precisar comprar um imóvel, reformar e colocar para alugar em uma imobiliária para receber esse valor mensal extra.

Além disso, não é preciso investir muito dinheiro quanto na compra de uma casa para ter um retorno. Por fim, você também não paga Imposto de Renda sobre os valores recebidos.

Contudo, o investimento apresenta riscos. É importante alertar que as cotas são negociadas em bolsa e por isso estão sujeitas a oscilações. Também existem outros fatores que exigem cautela, mas calma que vamos detalhar tudo!

Primeiro, para começar, vamos entender como é feito o investimento em fundos imobiliários? Antes de mais nada, é preciso ter uma conta ativa em uma corretora. Em seguida, já é possível comprar as cotas.

Como funcionam os fundos imobiliários? 

Para investir em fundos imobiliários, existem vários tipos de ativos, como shoppings, hotéis, letras de créditos, galpões ou até mesmo prédios de escritórios.

Ainda assim, não é preciso sair de casa ou conhecer o local. Isso porque, ao comprar um fundo, você adquire uma cota que é vendida na Bolsa de Valores, inclusive para pessoas físicas. Você sabia que ter uma carteira diversificada é importante para a saúde dos seus investimentos? Saiba

Desta forma, na Bolsa, o fundo pode ser aplicado em outros produtos para gerar o melhor retorno possível. De acordo com a participação de cada cotista, o lucro é dividido. Portanto, o risco também é dividido entre os investidores.

Quais são os tipos de fundos imobiliários?

Os principais tipos de fundos imobiliários estão divididos em três: os fundos de tijolo (investimento em imóveis físicos), de papel (Letras de Crédito Imobiliário e similares) e os chamados “fundos de fundos” (para comprar cotas de outros fundos imobiliários).

Além disso, é possível optar por uma carteira híbrida, mesclando os três tipos de investimento. Contudo, essa opção vai variar de acordo com a estratégia que você ou seu corretor pretendem adotar.

No caso dos fundos de fundos imobiliários (os FOFs), o objetivo é montar uma carteira diversificada. Desta maneira, de acordo com a performance, é possível fazer ajustes, com ajuda do gestor do fundo. Por isso, essa pode ser a melhor opção para quem está começando.

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Principais riscos do investimento

Assim como em outros casos, para este investimento há o risco de mercado. O preço das cotas pode subir ou cair de acordo com a oferta e a demanda. Por isso, não é possível resgatá-las pelo preço original, mas pelo valor que o mercado está disposto a pagar.

Outro ponto é que os imóveis da carteira do fundo imobiliário podem desvalorizar. Junto a isso, a liquidez dos fundos é baixa comparada a outros tipos de ações.

Entre os riscos, também está o de inadimplência, no caso de fundos de renda. É o caso de quem investe em imóveis alugados e paga uma renda aos cotistas.

Ademais, quem investe na construção de imóveis corre o risco de a obra ser paralisada ou embargada. Da mesma forma, quando o imóvel já está pronto, há riscos físicos, como enchente ou desabamento, por exemplo.

Entraves judiciais também podem ser um problema para os investidores, assim como o risco de vacância (tempo em que os imóveis ficam vagos). Neste caso, os imóveis não geram renda por estarem vazios e ainda são uma despesa para os cotistas do fundo.

Também há o risco de crédito no caso de fundos que investem nos papéis de renda fixa lastreados nos créditos imobiliários. Por fim, todos os investimentos estão sujeitos às mudanças econômicas, inclusive o fundo imobiliário.

Você sabia que é recomendado ter uma carteira diversificada? Entenda a importância de ter vários tipos de investimentos no seu portfólio, clique no texto a seguir e saiba mais sobre o assunto: “Como montar uma carteira de investimentos diversificada?”

Como começar a investir em fundos imobiliários?

Na Bolsa de Valores, existem várias opções de fundos para que você já possa começar a investir. Para minimizar os riscos, é importante variar as gestoras, os tipos de imóveis e as regiões geográficas. Além disso, é importante diversificar o tipo de fundo.

Entre os fatores que influenciam na escolha do melhor fundo imobiliário estão a liquidez, o índice de vacância e as taxas de administração.

Além destes pontos, você também pode avaliar quão eficientes são os administradores do fundo, a qualidade e localização dos imóveis e como é a remuneração dos cotistas.

Entretanto, você pode fazer a avaliação do melhor fundo imobiliário junto com o seu assessor em uma corretora. Assim, você pode tirar todas as suas dúvidas sobre esse tipo de investimento. Se quiser algum esclarecimento, nossa equipe está à disposição aqui: https://ihubinvestimentos.com.br/nosso-time/.