Por iHUB 23 de dezembro 2025
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Entenda em qual investimento estar atento quando o assunto é ativos em renda fixa para começar bem o ano de 2026

O ano de 2026 se aproxima e, com ele, a necessidade de revisar e otimizar sua estratégia de investimento em renda fixa. Em um cenário econômico que se ajusta constantemente, a renda fixa continua sendo a base de muitas carteiras inteligentes, oferecendo segurança, previsibilidade e proteção contra a volatilidade do mercado de ações.

Se você busca rentabilidade acima da poupança e quer começar 2026 com o pé direito – ou melhor, no azul – preparamos uma análise detalhada dos 5 melhores investimentos de renda fixa que merecem sua atenção.

O Cenário da Renda Fixa em 2026

A performance dos investimentos em renda fixa está diretamente ligada à política monetária do país, especialmente à taxa básica de juros (aqui no Brasil, a Selic). A expectativa para 2026, embora dependente de fatores globais e internos, geralmente aponta para um ciclo de estabilização ou, em alguns cenários, um novo ajuste nas taxas. Mas por que investir em renda fixa em 2026?

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  • Proteção do Capital: Muitos títulos oferecem a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), tornando-os extremamente seguros.
  • Previsibilidade: Você pode saber exatamente (ou ter uma estimativa) de quanto irá render seu dinheiro.
  • Diversificação: Serve como um “porto seguro” para equilibrar os riscos de investimentos mais arrojados.

5 Opções de Renda Fixa Investimento para 2026

Para que você possa tomar decisões informadas, elencamos cinco classes de ativos de renda fixa que podem ter maior destaque e segurança para o próximo ano.

1. Certificado de Depósito Bancário (CDB)

O CDB é um dos ativos mais conhecidos na renda fixa. Ele representa um empréstimo que você faz ao banco em troca de uma remuneração. Ele pode ter três tipos de rentabilidade: pós-fixado, prefixado e híbrido.

Pós-fixado: A rentabilidade está atrelada a um indicador, geralmente o Certificado de Depósito Interbancário (CDI) (ex: 105% do CDI). É ideal para quando se espera a manutenção ou alta das taxas de juros.

Prefixado: A taxa de juros é definida no momento da aplicação (ex: 12% ao ano). Excelente para um cenário de queda de juros, pois a rentabilidade é travada.

Híbrido: Uma parte é prefixada e a outra pós-fixada, atrelada à inflação (IPCA + taxa fixa).

O CDB conta com a cobertura do FGC até o limite de R$ 250 mil por CPF e instituição.

2. Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA)

Além disso, existem as LCI e LCA, que são títulos emitidos por bancos para financiar os setores imobiliário e do agronegócio, respectivamente. Diferentemente dos CDBs e Títulos Públicos (Tesouro Direto), a rentabilidade da LCI e LCA é livre de IR para pessoas físicas. A isenção fiscal torna esses papéis mais atrativos, pois o rendimento líquido é maior, mesmo com taxas nominais mais baixas. Também são garantidos pelo FGC.

Leia também: 3 Tipos de fundos imobiliários para começar a investir

3. Títulos Públicos (Tesouro Direto)

O Tesouro Direto permite a compra de títulos públicos por investidores. É considerado o investimento mais seguro do país, pois o risco é do próprio governo.

Tesouro Selic (Pós-fixado): Ideal para a reserva de emergência e para iniciantes. A rentabilidade acompanha a taxa Selic. É o título com maior liquidez e menor risco de marcação a mercado.

Tesouro IPCA+ (Híbrido): Paga uma taxa prefixada mais a variação da inflação (IPCA). É a melhor opção para o longo prazo, pois garante que seu poder de compra será preservado (inflação) e ainda oferecerá um ganho real (taxa fixa).

Tesouro Prefixado: Paga uma taxa fixa. Atrativo se você acredita que a taxa de juros futura será menor do que a taxa oferecida no momento da compra.

4. Debêntures

As Debêntures são títulos de dívida emitidos por empresas privadas (sociedades anônimas) para captar recursos. Aqui, o investidor empresta dinheiro para a empresa e se torna seu credor. Esses ativos possuem risco de crédito maior que os títulos bancários (sem garantia do FGC), mas por isso, geralmente oferecem taxas de retorno mais elevadas.

São emitidas para financiar projetos de infraestrutura do governo (energia, saneamento, etc.). Assim como LCI/LCA, são isentas de Imposto de Renda. Esta isenção, em 2026, continua sendo um diferencial para maximizar o ganho líquido.

5. Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e do Agronegócio (CRA)

Semelhantes a Debêntures, CRI e CRA são títulos lastreados em recebíveis futuros (fluxos de pagamento) dos setores imobiliário e agro. A emissão é feita por securitizadoras (e não bancos), e o risco está ligado à qualidade do crédito que lastreia o título. 

Assim como as debêntures, não contam com a garantia do FGC, o que exige uma análise de crédito mais aprofundada da emissora e do lastro. A grande atração é a isenção total de Imposto de Renda. São ideais para investidores mais experientes dispostos a assumir um risco de crédito maior em troca de rentabilidades mais robustas.

Por fim, ao montar sua carteira, priorize emissores sólidos e compreenda a liquidez de cada papel. Agindo com estratégia, você garantirá que 2026 seja, de fato, um ano de retornos consistentes e sua carteira comece no azul com um investimento em renda fixa.

Ressaltamos que este texto serve somente como informação e não deve ser considerado como uma recomendação para comprar ou vender ativos de nenhuma natureza.

Antes de investir, é importante consultar um especialista. Preenchendo o formulário abaixo, um assessor da iHUB Investimentos, empresa parceira do iHUB Conteúdos, poderá te ajudar a construir uma carteira ideal para o seu perfil.